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sábado, 21 de novembro de 2015

MINHA REDENÇÃO


MINHA REDENÇÃO

Ao Santo que estava na criação e para sempre estará, até os fins dos dias e depois deles, tenha piedade dessa alma e acalenta meu coração com sua santidade e misericórdia e se for da sua vontade livrando-me do fardo que trago;

Mas que sua vontade prevaleça sobre a minha, e sobre de qualquer outra, mas se encontrar cheiro suave, no que, meu coração enseja, o qual Vós o esquadrinha e és conhecedor, que permita ou moí esse vaso e refaça o novamente. Quantas vezes o desejar, até que a medida certa se venha dar.

Senhor meu, deleitei-me na injustiça, corrupta da carne, as tentações do filho caído, cedi-me, deitando-me em muitos berços que parecia imaculados e que me reafirmava como um varão vil. Engano meu, perdição minha, preço alto paguei, tudo que tinha de valor; afastei.  Pai meu, arrependo de meus pecados; a ela busquei perdão, em cumprimento de Vosso mandamento, com coração sincero, mas o seu coração em pedra eu o transformei e lugar nele não mais terei. Pai diante disso me senti oco, mas ao mesmo tempo como se minha parte já fosse feita.

Meu coração, o Senhor permitiu que fosse cheio de amor, com o qual, que jamais compartilhei. Sinto-me livre para poder dele compartilhar, pois perdão daquele osso não teve e hoje de outros ossos ela venha ser, então repudio a ela dou. Livra-me, ou abençoa, sendo o advogado de ontem, e do todo o sempre.

Se permitires carne da minha carne venha ser, aquela que habita meu coração com sua benção.

Resgata novamente vosso filho que em ti clama perdão e salvação.

Porque é em nome do Príncipe dos Príncipes que tudo é possível e realizável eu Vós clamo.

segunda-feira, 27 de abril de 2015

O AMOR NÃO É CEGO!


O AMOR NÃO É CEGO!

O amor é tudo, menos cego!

Somente com e através dos olhos do amor enxergamos a sinceridade e o carinho verdadeiro; quando nós somos leais, entregues, isto é, dados a uma causa maior, compartilhando o que realmente sentimos, entoa se então o amor e nos amamos.

Aproximamos do Pai, por se não pelo filho, porque ninguém vai ao Pai sem antes ao caminho de luz que reflete o amor que reflete o filho. (João 14:16)

Então com um sentimento que enxerga até mesmo através do véu, que se rasgou; depois do maior dos holocaustos, não é percebido ou levado a sério pela maioria das pessoas?

Onde o sangue de Cristo, que pelo Espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus... (Hebreus 9:14)

E mesmo assim, a face, a carne, não percebera a mais pura das partículas da essência de vida, alegria, na pessoa que ama e é amada. Como podes ele ser cego?

Se tal Advogado fiel, és libertador do cárcere que é o mundo, o das transgressões e de odores desagradáveis que inalavas nas narinas do Pai.

O libertou, estabeleceu sua certidão no livro da vida, tornando-te, se aceitares ser nova criatura, assim, simplesmente filho e herdeiro dos Reinos dos Céus.

Hoje há um Deus vivo e puro em glória e pai que corrige o que ama e açoita a qualquer que recebe por filho. (Hebreus 12:6)

Uma vez recebido, que depende somente de ti, verás mais uma vez desse amor, em abundância e como ainda pode ser cego ao ponto de não o querer?

Seus sentimentos devem ser: puros, sinceros, belos como também meigos, além de cociente e edificados em Pedra angular eterna, e jamais verás diante de ti estrepes e trevas, mas vida em abundância, pois as dificuldades e os espinhos da carne em mais nada será seu martírio diário.

Ama ti, em verdade uns aos outros e Amo-Te, meu eterno amor. E vós em Cristo, sereis como os telescópios apontados para o Alvo.

 

domingo, 6 de abril de 2014

SONHO, ENCANTO E DESEJOS.



Devaneios, loucuras;

Magias, seduções;

Flocos de algodões, mero prisma a brilhar,

 

O que outrora nem era dito e muito menos pensado.

O preto absorve e esquenta,

Não daquele jeito ardente, prazeroso;

Mas sim daquela forma que nos levam as vias de fatos.

 

Vias que não levam de fato a lugar nenhum, nem ao aconchego.

Nem a compreensão, mas a mesma sensação de frio e calor.

Calor do fino frio, gume afiado a navalhar dilacerando.

O que era alegre e charmoso, ou apenas inocente.

 

Sabe-se que irar trás o medo e o medo a insegurança;

Sabe-se que é a insegurança a mãe da incompreensão;

 

Se tudo for de “mal a pior”, é sintoma de paraplegia,

Alguém está sentado com o olhar além do horizonte;

Sem ação, ou o pior, sem a intenção de agir.

 

Não há mais nada que se possa ser feito;

Nada se pode fazer, pois a “mesmice” se instalou e dali não sai.

 

Não importa o que se faz ou deixa de fazer.

Sem formula equacional não há fatoração.

 

Quem a têm. Nunca em um dilema se encontra.

Para qual teorema não equacionar.

 

Formula que não precisa ser garimpada ou germinada na mente brilhante.

Nada de grande expoente, raio da verdade, ramo do afortuno.

 

Basta olhar dentro de vós, serdes paciente e atento que a compreenderá.

Nada pode no frio do coração; que outrora acalentou, docemente o seduziu, hoje te apavora.

 

 E embebe se, e dá, em cicuta que mata.

Não veja o avante, nem o que passou;

Ou o qual árduo foi, ou qual árduo será;

Ou mesmo que hoje seja.

 

Apenas procure na poça que a relva deixou o que de fato reflete,

O que realmente enobrece e acalenta a alma.

Não se esvai pela larga avenida que pode fazer felicidades alheias;

Apenas porque são capazes disso ou daquilo, pois muitos são capazes;

De grandes proezas, mas nunca chegam naquele restinho que sempre falta.

 

Resta nada do nada, aquele trecho que fora reluzente e chamativo;

Agora esburacado valor algum tem!

 

Portanto nada de complicar, basta deixar fluir;

Como no caudaloso e majestoso leito que sempre cumpri seu propósito;

Em rio de águas puras que regam a árvore que nunca cessa;

Ou que caia às mãos do lenhador.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

DOR & DORES


Dor e Dores...

 

Nada porás por terra, a não ser o seu sorriso.

A não ser o brilho radiante de seu olhar.

A não ser o seu poderoso e suave toque.

O véu se rasgou e toda verdade aparecera;

 

Toda dor se suprimirá;

Tudo será aniquilado.

Mas somente no seu reencontro.

 

A alegria reinará sobre todo sofrimento, e nenhum mal fará sentido.

Hoje o que resta é muito vazio.

Tempos inacabáveis e que são preenchidos por vácuo, nada, além disso.

Vácuo que luta lado a lado do egoísmo, da ignorância e da intolerância.

Sabes que sóis humanos duros de corações e amargurados em vão.

 

“Mas humanos são os desejos carnais;

Mas humanos são os erros capitais;

Mas humanos são os sonhos colossais. ”

 

Inatingíveis talvez por falta de estrutura, de entendimento;

Ou de buscá-los, as ambições pela doce metamorfose da carne;

Escravizam-vos. 

 

Por falta da sonhada “Sophia” que em trevas;

Se encontram em pervertido pântano fétido.

Por falta de fé, fugirão das possibilidades da Glória;

Pois, só há verdadeira sabedoria nela.

 

Desvalidos e medíocres são negligenciadores;

Do mais puro de todos os sentimentos.

 

Fali a instituição mais sagrada, seu espírito fraquejou;

Diante das adversidades, deixando o desejo prevalecerem sobre;

O corpo e curvar-se diante do trono demoníaco que reina soberanamente;

Na profundeza abismal das entranhas da Terra.

 

Esquecesse-se da verdadeira videira que gera os firmamentos de terra;

Ao qual é Santo e digno de todos os louvores.

A qual se senta no mais alto dos tronos;

E espera que tu te encurves diante dessa Luz;

Humildemente o convide para ser seu Rei.

 

“Porque é ele o maior que todos os reis da Terra.

Se, têm dores, é porque não procura o Remédio e o Médico? ”

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Pé de Uva Dourado


Pé de Uva Dourado

A videira nasceu de uma promessa;
Promessa que foi cultivado por muitos anos antes de se germinar.
Quando germinou parecia que aquele pequeno broto não resistiria.

Veio o vento, a chuva e o sol árduo e ela além de resistir cresceu como jamais fora imaginado, tornando uma árvore grandiosa de belo porte.

Quando todos acreditavam que estavam diante de uma sombra, a mais expoente de todo o bosque, veio um fungo sorrateiro e atacou sua seiva vital.
 Ela resistiu, resistiu todos aqueles dias diante de todas as intempéries, mas infelizmente não teve jeito, desfaleceu se muito e em coma veio ficar.
 Ao ponto de quase morrer, tornando se uma árvore pálida sem folhas e de aparência desagradável de se olhar.
Rapidamente um especialista fora chamado, ele tomou todas as providências, a podou, a adubou, clorofilou e tratou das bactérias e dos fungos.
Todos os presentes aguardaram com muitas expectativas, os dias seguintes esperançosos de verem nascerem novas folhas e brotos.
Nada nasceu e nem brotou. Aos poucos ela foi deixada de lado até que não mais a notaram, até que seu ríspido caule que era puro cerne veio à ruína.
Grande dor e sensação de perda nesse momento afloraram-se no semeador, como se a morte tivesse ali naquele momento com seu manto negro e funesto tornado a senhora absoluta daqueles ares.

Mas o que ninguém sabe é que ficou uma pequena raiz, livre de todos os fungos e vírus, lutando para sobreviver, em busca da luz e ela e sua luta fora lavada em uma água impar ao alcance de todas as árvores e se fez nova e renascida, assim sendo transplantada no Bosque da Vida.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Terceira Rogação


Terceira Rogação:
Oh Grande Espírito Santo, Santo dos santos, digno  de amor, pois vos testifica o filho e enaltece o Pai.
Conhecedor que sois, sabeis de minhas aflições.
Em verbetes não preciso me aventurar, e em risco até me tropeçar.
Pois bem aventurados são os que veem a Vossa Glória.
Não gosto de maldizeres e nem tão pouco de tolos e vãos pensamentos que não me leva a nada, que desaparecem em marolas levada pela leve brisa.    
Brisa que defronta monte culminante que em atividade constante se sede ao agir do Pai e não mais me assola.
Nem frescor e nada a modular, nada físico não seria esse ou tal elemento a se classificar!  Não pode. A não ser que nem a mim mesmo sei enganar. Quanto mais, Vós.
Nada quero pedir, nada quero desejar.
Dos manjares já saboreie e dos deleites já gozei.
Em renovo me vez mesmo depois de tudo que a entorpecente besta trouxe, erradamente eu os desfrutei. Que grande tristeza me trouxe.
Como só eu, que vós sabeis, que, dessa cicuta me afastei.
Somente abrevia se for de Vossa vontade, afaste a nevoa, pois, escuro está. Triste o inimigo se ira e contra mim se levanta, mas grande és Tu, ó Pai da glória que me fortalece.
Não quero afastar da luz, agora que eu a conheço, pois dela não mereço; fortalece-me e me dê à direção para que não me desvie nem para a direita e nem para a esquerda.
E na ignorância até sim mereço estar, mas se fores de Seu agrado, e achares cheiro suave  ou a chance de tê-lo olha a vosso servo, pois somente com seu poder para me ungir e blindar-me-ei diante do mal que jaz nessa terra.


Creio no filho amado, cordeiro fiel que não abandonou suas ovelhas diante do lobo, e Nele e através Dele lhe imploro humildemente, Vossa clemência. Amém!

Perseverança


Perseverança
A renovação se inicia como em um alvorecer de primavera onde a esperança é revitalizada como as forças da natureza que se rejuvenescem nesta estação, a saudade é diminuída com o novo ânimo que se exala aos quatro canto pelo vento e o amor glorificado é perpetuado por um coração alegre que serve ao Pai.
A esperança se torna realidade diante de uma nova conquista; de uma qualidade de vida melhor, em uma nação  injusta, que jamais de seu filho furtará a glória desse momento, porque a autoridade vem do mais alto céu onde habita O Altíssimo, e se é assim nada é maior sobre e sob a terra, ou sobre e sob as águas.
A saudade antiga, a vilã, tão escrupulosa, não é tão dolosa como outrora. Os espaços vazios e a distância que separara as pessoas que porventura estiveram entre nós, já não me incomodam, pois todas as distâncias foram estreitadas e alinhadas. E tu amado e querida família não mais ao seu lado posso estar.
Não sei nem como escrevinhar e muito menos entre tais linhas especificar e qualificar um sentimento tão nobre e intenso. Até mesmo porque já diz a velha e surrada e tão previsível expressão: “o amor é algo para ser sentido”, além, claro, de ser compartilhado, dividido e vivido e não descrito em versos e poemas.
Nada por mais bem colocado e posicionado chegará próxima da essência dada, mas somente a dádiva, a, mas abençoada Pelo “O Grande Arquiteto”.



E mesmo que se levasse uma traulitada descomunal em meu invólucro craniano, mesmo que, brevemente comprometesse em todo e ou parcialmente tal sistema nervoso, assim mesmo não seria suficiente ao ponto de abalar o meu sentimento por ti meu Senhor, pois minha alma em seu leito se encontrou com o Pai, que vos tem sido e será, zele dela porque em suas mãos a entrego, pois somente a Ti confio.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Segunda Rogação


Segunda Rogação:
Queria eu ser corajoso o suficiente, para assim ser mais justo;
Queria eu ser apenas um homem mais obediente, para assim ser mais temente;
Queria eu apenas a humildade para, mas caridade praticar;
Queria eu ser menos prepotente, para de braços cruzados não ficar;
Queria eu tirar das ruas todos os sem tetos e em um lar colocar;
Queria eu amparar todos os “sem isso e aquilo” e tudo lhes acrescentarem, para não mais serem sem;
Queria eu que o dinheiro não fosse fonte de ganância, mas meio de bonança;
Queria eu que todos falassem a mesma língua, a mesma dos anjos;
Queria eu que todos tivessem a mesma religião em Cristo, o Jesus nosso Salvador e não em Baal;
Queria eu um mundo sem fronteiras e sem porteiras;
Quero eu, ó Pai! A força e amor que Vós tendes para vedes seus filhos se degradarem. Mesmo assim dizer: “vinde a mim os fracos e oprimidos, que Eu os aliviarei”.


Ó Pai, quero servi-o, pois sem ti morro e não tenho fôlego. Obrigado por estender Sua mão com poder sobre mim, ó Pai. E em nome do Apaziguador de todo o sempre eu digo assim sejas.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Primeira Rogação


Primeira Rogação:
Grandíssimo Ser Onipotente, Pai de todos os filhos de Adão!
Glória é Vossa e a vida e a morte Lhe pertencem.
A mim pobre ser que despreza o dom de viver;
Que mesmo sabendo, que sou manipulado, manipular, manipulei.

Ao despreparo do meu espírito nessa casca.
Ou da ignorância, sob o véu, que me vedas.
A mesma alma que deseja se evoluir e de Ti se aproximar é a mesma que no deleite se entrega.
A mera vontade e aos rompantes desse vaso podre e cheio de limitações.
Que do puro ego me compraz, em tolo sabor, amargo e salgado.
Soberba, agora sei que, nela me atolei.
E comigo levo seres que precisam se encontrar com o Criador.
Doces criaturas cada qual com sua glória:
Uma é a filha dedicada e complicada que coração em brasa sangra;
Outra a Filha desiludida e fervorosa que o matrimonio lhe aguarda, sem saber se isso ela quer;
E por final a que se ilude no cavalheirismo e estratégias de sedução de quem teme a solidão.
As três Maria, ovelhas sem pastor, que, perdidas na selva de lobos à noite estavam, e gramíneas longe hão de encontrarem, mais não com esse mesmo sabor.
O leão, que, Cordeiro deveria ser, por pura satisfação esqueceu-se de agir como tal e ser,
Agora arrependido parece estar, seu coração sangra e suplicas faz;
Pois, o peso de suas ações que além de o castigarem agora o dilacera sua carne e consome sua alma.
Perdão a Ti Senhor venho buscar... Benevolente, Ser Misericordioso, não saber se me deves perdoar.
Pois, só a Vós, cabe o perdão, se graça achar no teu servo;
Mas abre-Lhe seu Santo coração e nessas horas o pegue em Vossas poderosas mãos.
 Conduza-me para longe dessa psique de confusão.
Pois, de retidão glória e felicidade a nós, foi reservado, e desviado dessas veredas me encontro e ao Seu encontro desejo regressar.

A saudade da Sophia, que sem ela, de Ti me afasta, somente com a Vossa Sophia todo véu se rasgará, em Sua Glória retornarei estar!
“O texto Primeira Rogação, foi escrito por mim em um momento em que me encontrava em meio um pântano de pecados e embriagado nos braços das filhas do Pai que também lhe eram dignas de arrependimento e se entregar a Deus. Estive perdido, mas pela Graça do Jesus Cristo, e interseção de parte de minha família, e dá de Cristo, da qual hoje pelo seu amor faço parte buscou junto ao Espírito Santo o meu resgate e hoje dou graças a isso e ao meu bom Deus.”
Alex Ribeiro Müller


Águas Lindas de Goiás, 22 de julho de 2013.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Perdoe! Você Não é Pitbull.


Perdoe-me

Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo. (Efésios 4:32)

Em certos momentos da vida fazemos muitas coisas erradas, coisas das quais nos arrependemos e até nos envergonhamos...
O mais o importe e humano de tudo isso é de primeiramente reconhecer esses erros. E assim levantar a cabeça sacudir o pó e dá o primeiro passo em remição e vigiar e zelar sempre para que os mesmos erros não se reincidam.
Porque todos os seres humanos, sem exceção, merecem e devem ser feliz. Embora essa frase, seja antiga, e bem batida como é um clichê, não merece se não no mínimo sua reflexão. Devemos ser éticos e coerentes nas nossas buscas, sejam elas: profissionais, religiosas e pessoais e jamais atropelemos as pessoas e as leis sociais.

Veja um exemplo:

“Uma pessoa que sempre viveu de favores e migalhas, que nunca teve coragem de encarar a vida como de fato ela é, de se aperfeiçoar em busca de uma independência e conseguintemente de uma liberdade financeira. No mínimo deve esta com estrepes nos olhos que a dificulta de ver que se envelhece, de que seus filhos também crescem e inclusive que eles irão constituírem suas próprias famílias e queira Deus que seus filhos financeiramente têm como cuidar de sua nova família e dela, mas quando ela quiser perceber essas coisas. Ela vai esta despreparada e desamparada, solitária, atrasada profissionalmente e intelectualmente e o pior com a alma cheia de magoas e isso lhe causará ira a seu ser o quê é muito ruim. Porque mesmo essas pessoas rancorosas merecem ser feliz”.
  
Acredito que não cabe a ninguém repelir essa busca, ou mesmo ser arquiteto de entraves que mine esse ensejo.
Esses entraves são muitos, e corriqueiros como a inveja, a desmotivação, a ignorância e entre outras tantas. E as pessoas e as circunstâncias que privilegiem tais sentimentos devem ser combatidas com veemência dentro dos preceitos e normas de Deus. De forma que se conscientize que é dá natureza humana, e mandamento de Deus, e próprio do mais puro e sincero dos sentimentos, “o amor” o ato de perdoar.
Não é fácil reconheço, mas também é possível, basta você querer e acreditar, não ligue para o que vão falar as pessoas, não ligue se vai ser julgado, pois, somos julgados todos os momentos em todas nossas atitudes cotidianamente, Deus conhece seu coração e nomeou Jesus Cristo para ser seu advogado.
Então, reconheça que errou, corra atrás do tempo perdido e perdoa a si mesmo primeiramente antes de se meter nas vidas alheias. Vai ser feliz e automaticamente você vai irradiar essa felicidade para as pessoas a sua volta.
Só os cães não sabe o que é ter perdão em vossos corações.


segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Saudades


Vida vazia, vida cheia de vida.

Como dói meu coração

Como dói minha alma;

Como é triste essa solidão;

Dor na alma é como alfinetes invisíveis;

Alfinetando nossos sentidos;
Atormentando a alegria.


Como se a fossem sem ode as flores;

Como se o Sol não mais brilhasse, e escuridão reinasse dentro de mim;

Como se o sentido da vida não mais houvesse;
Que insosso tornou todos os manjares;


Como se a loucura, e a razão não existisse, mas coabitam aqui;

Mas você existe, lembranças dentro de mim e mesmo assim sofro;

Por quê? Será sua ausência, essa distância ou a minha?

Penso em você todos os instantes;

Penso em você, em nós, juntos, como uma só pétala exalando o elixir do amor;

Eternamente, juntos, sem pudores, sem temores, sem dores e somente amores.


Há como o amo, minha pequena adorável.